quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Descida na calçada

Junto ao cruzeiro
Sr. Quirino a descer a Rua da Calçada na sua moto

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mais uma da festa

Mais uma foto curiosa cedida pela Sr. Maria Chaves, onde podemos ver em grande plano o Zéquinha, Marcelino Neto e o filho Luis, atrás o tio Paulino, ainda o Fredo, o Tó Quim...e mais gente, algumas que não reconhecemos. Interessante.
O nosso muito obrigado.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Caixa de Conversa

Para assinalarmos o primeiro aniversário do nosso blogue, implementamos a "caixa de conversa"/Forum, para podermos falar/discutir sobre os diversos temas relacionados com a nossa aldeia e não só, mas também conversar em tempo real com outros seguidores do nosso blogue. Esperemos que lhe dêm um bom uso. Não serão permitidos quaisquer insultos ou palavras menos próprias, caso isso venha a acontecer a caixa de conversa será imediatamente retirada.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O nosso blogue festeja o 1º Aniversário

***
Depois de muito esforço e dedicação por parte da equipa, dando graças aos nossos seguidores, conseguimos manter vivo este precioso lugar próximo das gentes da  nossa freguesia.
Vamos procurar continuar com a vontade que iniciamos este projecto, embora reconhecendo as dificuldades, sobretudo ao nivel do material para publicar, que escaceia.
Agradecemos a vossa boa compreeensão e pedimos amavelmente participação e partilha.
O nosso muito obrigado a todos.

Sr. Abilio Alves e esposa Ana Valoura

Ao tempo este jovem casal
Que veio a ter estes 4 filhos

Adélia, Toninho, Manuel e Gina

domingo, 9 de outubro de 2011

Incêndio

O nosso seguidor Carlos D. enviou-nos fotografias do incêndio que lavrou ontem na margem esquerda do rio Tâmega em Moure.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Método tradicional de pisar o vinho

Manuel Rodrigues, Helder e Manuel Ferreira


Com o encanto deste belo poema de José Rafael
                *
Dançam leves bailados
onde o suor é o vinho
cachos negros e dourados
num espremer de mansinho.
Levado o engaço p’ra o lagar
e colocado em finas camadas
entre as esteiras a chorar
lembra lágrimas derramadas.
Enorme tronco de madeira
o bagaço aperta lentamente
que em camadas na esteira
se aconchega suavemente.
Colcha rubra e brilhante
reveste o lagar inteiro,
escorrendo gotejante
como sangue verdadeiro.
Corre o vinho para a dorna
num melodioso gorjear,
sobe o odor que o torna
divina bebida d’encantar.