sexta-feira, 13 de maio de 2011

RTP (praça da alegria) entrevista em Fátima

A nossa conterrânea Helena Gomes chegou  (dia 11 de Maio) a Fátima. Depois de 9 dias de caminhada, conseguiu mais um feito notável: com 81 anos foi mais uma vez a pé de Vilela do Tâmega a Fátima, pondo à prova as suas capacidades físicas.
Uma verdadeira profissão de fé e de coragem.
Parabéns.

(ver minuto 26')

http://programas.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=1096&c_id=122&dif=tv&idpod=56247

Foto juventude anos 80

Aqui apresentamos uma fotografia de família tirada nos anos 80 onde se vê alguma da juventude que à época fazia pequenas festas de convívio. Bem alegres por sinal.

Nirse, Tino, Estrela, Paula, Manecas, Jorge, Alcina, Fernando e Carlos
Carmen, ..., Ivone, Belita, Lina, Cristina, Eduardo, Odete, Anita e ...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Boa Carga II

A nossa conterrânea Maria Luísa enviou-nos o seguinte comentário relativamente  há mensagem "Boa Carga". Dada a preciosidade do texto  decidimos publicar mensagem titulada.  O nosso muito obrigado.

"Vinde, que as batatas estão a ficar revidas (ou seria rebidas?)
Quantas vezes ouvi estes doces chamamentos, mesmo quando eram gritados e impacientes?
O fim da tarde: os guizos dos rebanhos que voltavam do monte com o Belisário (ou seria Velisário?), o chiar dos carros carregados e as vozes dos lavradores encaminhando os bois, dando-lhes ânimo.
Com as primeiras chuvas de Verão, a estrada cheirava a alcatrão molhado e quente e ao fumo das lareiras onde começava a arder a lenha oliveira...
Acabado o trabalho e quando se conseguia reunir a "canalha" à mesa, agradecia-se a Deus a refeição e todos se atiravam às batatas "arreganhadas" bem temperadas e mais qualquer coisa que servia de conduto...
Não havia novelas. Nem morangos... com ou sem açúcar... A fruta apanhava-se das árvores, às vezes quente, e comia-se ali mesmo à beira da colheita....
Havia dificuldades, mas a família era "um só".
E tudo servia para rir (e às vezes para ralhar) à volta da mesa.
A rebeldia não se aprendia na TV. Era a própria vida que a criava, entre o desassossego da adolescência e o travão dos pais (que bem se lembravam da sua).
Vinde! Doce memória, para quem tantas vezes s sentiu acolhido numa família a que chamava sua, embora o parentesco se perdesse já no tempo.
Um abraço para quem me trouxe estas recordações, que não sei quem é...
Daqui, da minha Lisboa mando um beijo para a D. Ção e o Sr. Pinho.
Brinquei com a Isabel, chorei com o Quim. Vi crescer a Lena, o Zé Luís de quem a minha mãe gostava muito porque tinha o nome do pai dela.
Afastei-me um pouco dos vizinhos mas nunca os esquecerei, nem a essa terra, fonte de todos os meus sonhos de vida e que agora começa também a ser um relicário de ternas saudades."

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Boa carga

Preparem-se os campos para a sementeira, logo logo vem a colheita!
Há uns anos atrás o cavalo, o burro ou a junta de bois eram os animais de suporte e de apoio à nossa agricultura . Os bichos eram medidos  pela capacidade de puxar o mais alto e mais pesado. Não importava ser grande. Antes ser musculado! Chamava-lhe eles "animal puxado".
Que saudades do fim da tarde... sentiamos  o chiar dos carros a regressar dos campos. Estes veículos artesanais de rodas maciças com dois buracos como olhos de bêbado, moldados pelo Sr. Mário Fernandes ou pelo Sr. Álvaro Ferreira, ou mesmo pelo Sr. António Figueiredo faziam uma sinfonia que alegrava as familias com a colheita do dia.
Que correria atrás do carro. Eh boi eh... E de caminho sentiamos o toque das pedras, a seguir prensadas pelos aros, chegavam mesmo a fazer lume. Ao longo do percurso os rodados riscavam o chão.
Chó. Descança aí que esta subida é grande. Aperta o selim.
Mais um esforço, Arre...já está quase garrano!
A mulher da casa essa esperava ansiosa pelo ranger do cocão e do chumaço no eixe.
Eram gemidos doces. Sinal que já podia meter as batatas no pote!
Chegados à casa toca a descarregar.
O dia ainda não estava findo.
Há que soltar os arreios.
Lena leva a boneca a beber à fonte da calçada.
Zé vai dar de comer aos bois.
Vinde que o jantar está pronto! Gritava a mãe.
E, a família reunia mais uma vez em volta da mesa.


Aqui temos o Zé Luis Pinto e sua irmã Lena

terça-feira, 3 de maio de 2011

A CRUZ NA SERRA

Hoje faz precisamente 69 anos que foi colocada uma nova cruz na nossa bem conhecida Serra da Cruz, em Vilela do Tâmega.
Fundação da União de Santa Cruz.
O evento foi a 3 de Maio de 1942.
Juntamos uma foto do acontecimento e um documento histórico recuperado do Jornal "Comércio de Chaves" da época, onde faz um relato pormenorizado do acontecimento.
Como entendemos ser importante assinalar esta data, apresentamos uma mensagem com elementos relativos a este acontecimento que ainda permanece na lembrança das gentes mais velhas desta freguesia.

Na fotografia:     Guarda de honra à Cruz - António Figueiredo, Modesto Xavier, Carolino Barros e Joaquim Figueiredo
No Jornal:                       Elementos fornecindos pelo Comercio de Chaves, sábado, 9 de Maio de 1942, página terceira

domingo, 1 de maio de 2011

Torneio Inter-Freguesias (Vilela do Tâmega x Tronco)

Mais uma vitoria da nossa equipa no torneio, agora frente ao Tronco, no pavilhão de Verin-Espanhã.
Começamos logo por sofrer um golo logo no inicio contra a corrente do jogo, mas felizmente demos ainda na primeira parte volta ao resultado, fixado-se nos 4-1
A segunda parte foi mais para gerir o resultado, e de facto apesar de haver oportunidades para ambos os lados, o Vilela do Tâmega acabou por vencer o encontro por 5-2.
Ficamos agora à espera do vencedor entre o Vidago x Soutelinho da Raia que irá jogar contra nós no dia 15 de Maio às 16h00 no pavilhão.
Fanfas, Leite, Ferraz, Filipe, Luis, Fábio, Daniel, Julio, Ciro
Paulo, Pedro, Marco, Carlos, Diogo, Alcides e Capote
  
 
 
 

resultado no marcador ao intervalo





Apesar da distância, o nosso público mais uma vez veio entusiasmado  puxar pela equipa. Os nossos parabéns também para eles.

Maria, Tino, Hugo, ..., Marcelino, João, Mario João, Daniel e Arménio

aqui aparece ainda o Paulo Jorge e o Sérgio
Tiveram muitos mais, mas a máquina avariou-se...

RETRATOS-Tia Arminda

Hoje fomos encontrar a tia Arminda à sua porta (em Moure) a comer uma maçã.